sábado, 28 de julho de 2018

Rodrigo Maciel

Rodrigo maciel, cadeirante 23 anos morador da cidade de Soledade MG. 
Tem distrofia muscular congênita merosina parcial. É uma doença de nascimento que causa fraqueza nos 4 membros do corpo e nos órgãos internos, ela é progressiva mas nele estabelizou. 🙌🏼
Faz tratamento desde os 11 meses de vida e foi diagnosticado com 5 anos. 
Estudou em escolas regulares onde sofreu bullying por parte dos colegas onde os mesmo o tratava com agressão física(tapas e apertões) e mental(piadinhas) e da professora que ajudava nessas piadas.
Fez faculdade de administração com pós em gestão de pessoas. Na faculdade não teve problemas pois teve apoio dos amigos e dos professores.
Já teve um relacionamento com cadeirante, hj atualmente namora uma andante a 9 meses. Sente ainda o preconceito das pessoas que olham como se fosse errado.
Tem uma vida social saudável pois sai com amigos, namorada e sozinho.
Hj com a inclusão acha q tudo ficou um pouco melhor, mas acredita q para melhorar mais desigualdade não basta apenas informação e sim punição para aqueles que tem preconceito com deficientes.
Atualmente está estudando para concurso.
Uma frase que gosta é: AS PESSOAS SÃO MAIS DO QUE OS OLHOS PODEM VER! 👏🏻👏🏻👏🏻

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Historia de Leandro

Meu nome é Leandro,tenho 27 anos,sou de Manaus,no momento desempregado..

Tenho mielomeningocele mas sem hidrocefalia,na gestação não foi detectada a mielomeningocele pela a ultrassom por erro médico,meus pais ficaram sabendo so quando nascí e por falta de conhecimento deles e por falta de instrunção médica,acabei fazendo a cirurgia de fechamento da mielomeningocele com mais ou menos 20 dias de nascido,o que acabou acarretando maiores sequelas,como precisar de uma cadeira  de rodas por exemplo...

 No começo foi bem difícil e sofrido pra minha família e durante minha infância eu não aceitava a minha condição,(minha mãe dizia que eu me jogava no chão revoltado kkkk)...

Os médicos diziam que eu iria viver somente até o 7 anos,mas graças a Deus ainda vivo com saúde hj.. 


Eu sofrí e sofro poucos preconceitos,mas o pior foi uma escola não ter me aceitado estudar nela por eu ser cadeirante.

O que me ajudou e me ajuda a seguir em frente é Deus,a minha fé nEle,é Ele é quem me sustenta! Sou uma pessoa religiosa,sou evangélico..

A minha maior conquista foi ter concluído o ensino médio,pois não foi fácil, conseguír por puro esforço.O meu sonho é ter uma vida financeira estável junto com a minha família..

Hoje eu sou um cara alegre,bem humorado,sem baixo astral. Ser deficiente não é um bicho de sete cabeça e nem motivo para viver triste e cabisbaixo,pois Deus me deu a vida que é uma dádiva,minha família e saúde. Deus não nos da fardos maiores que não podemos carregar!

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