Historia De Macielzinho



Nasci em Curitiba Paraná, e com 2 anos sofri um pequeno acidente de ônibus, pois minha mãe era diarista e recém vinda de uma pequena cidade do Paraná. E mal sabia como ia fazer pra deixar os filhos em casa pra ir ao trabalho. Então ela resolveu me levar junto todos os dias. numa dessas indas e vindas o motorista não observou pelo retrovisor que naquele momento havia uma mãe com o filho no colo, no caso eu. Assim que íamos descer no ônibus, ela desceu a ultima escada e o motorista fechou as portas nos prensando, e aos gritos dos passageiros, ele abriu a porta, e quando abriu eu e minha mãe fomos parar na calçada. Com isso tive uma fratura na espinha qui me fez parar de andar. atitudes foram tomadas mas nada resolvido. Na verdade esse tombo era pra ser pior, até a vida eu poderia perder, mas as mãos de Deus me apoiaram. E como minha mãe era nova na cidade, não sabia que eu tinha que tomar a tal vacina contra paralisia infantil. Assim, meus nervos atrofiaram e alguns anos depois tive que me submeter a umas pequenas cirurgias. Feitas as cirurgias voltei a me locomover, mas não como antes, e passei por várias sessões de fisioterapias até recuperar meus momentos. Hoje tenho 39 anos e sou cadeirante, mas sou independente trabalho com alunos de futebol de salão e campo um projeto chamado de #FuturosHerdeirosFC e#ArtFutebolClub pra tirar as crianças das ruas. E que graças a Deus tem dado muito certo.
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Sou Cristão, e a muito tempo orei a Deus pra me dar um presente! Casar, constituir uma família, e ser pai, pois creio eu qui Deus tá preparando uma pessoa muito especial pra mim! Sabe o que e ser guerreiro? E sentir o mundo desabando e ainda ter fé que o melhor vira. E quando tudo diz que não, vc carrega contigo a certeza de que a última palavra vem de Deus. E vê o tempo passando, e ainda sim, não desiste de tentar e acreditar na capacidade de ser um vencedor e acima de tudo, colocar Deus sempre a frente de todas as coisa, e sempre continuar sorrindo. Sou DEFICIENTE FÍSICO sim, nas sou muito feliz e um guerreiro abençoado por Deus!

Testemunho De Beatriz Buzato

Olá, meu nome é Beatriz Buzato, tenho 18 anos e moro em Bragança Paulista – SP. Nasci com uma doença chamada Mielomeningocele. É um tumor que nasce na medula. Dependendo do caso, ela vem aberta e é possível fazer a retirada ainda no útero. Mas o meu não tinha nada que indicava o tumor. Depois de 4 meses de vida, meus pais perceberam que eu era um bebe que não mexia as pernas e nem os pés. Me levaram a vários pediatras e nenhum sabia falar o que era. Até que um percebeu uma verruga bem no final das costas. Fizeram os exames ai acharam o tal tumor. Fiz a cirurgia da retirada com 11 meses. Depois disso ate que comecei a mexer um pouco mais as pernas. O tumor só afetou os membros inferiores. 
Com 2 anos de idade tive que fazer uma cirurgia no lado direito do quadril, pois ele era luxado (solto) e com 7 anos fiz a do lado esquerdo. A minha historia de vida se resume em cirurgias, porque cada uma foi uma superação e conquista minha.
Os hospitais de Bragança não tinham muito conhecimento na minha doença, então recomendaram a Unicamp – Campinas, onde fiz a ultima cirurgia do quadril. 
A maioria das pessoas que nasce com essa doença, tem alguns problemas de bexiga e rim. A minha bexiga é neurogênica. Ela era muito pequena, so aguentava 80 ml de urina, então usei fralda ate os 12 anos, que foi quando fiz uma cirurgia muito comum lá na Unicamp. Eles pegam um pedaço do intestino para aumentar a bexiga, usa o apêndice para desviar o canal da uretra ate o umbigo. Ou seja, agora eu passo uma sonda pelo umbigo para tirar a urina. É bem complicado eu sei. Mas foi a cirurgia mais importante na minha vida, onde eu consegui minha independência. A minha ultima cirurgia foi a da escoliose, que, por causa do tumor, as costas entortaram muito, e cada medico falava uma coisa, que deveria ter feito antes ou que tinha que esperar mais um pouco. Não corrigiu tudo porque realmente teria que ser feita bem antes. 
Mas graças a todas essas cirurgias eu estou aqui hoje, fazendo faculdade de Psicologia, trabalhando, e conquistando meus objetivos. Sabe, falando como portadora de cadeira de rodas, as pessoas ficam muito pasmadas quando falo que estudo, trabalho, sendo que é uma coisa normal que todo ser humano faz, nós também somos humanos. Tem momentos que eu esqueço que estou numa cadeira, e lógico que tem momentos de recaída: “ai por que eu sou assim” etc. Mas tudo é uma batalha. Eu acho que Deus não nos dá uma cruz que não podemos carregar, tudo é por um grande motivo.

História de Elizandra Lima




 A 6 anos sofri um acidente de moto eu estava pilotando uma moto 150 quando duas rodas do caminhão soltou e mi atingiu . amigos que jogavam em um capo perto dali me ajudaram e me levaram para um hospital Cesp no Estado do Maranhão lá fizeram os primeiros atendimento , ele me colocaram uma bolça de sangue , e outra na barriga ai me transfiram para hospital socorro em imperatriz fiquem dentro da ambulância , cheguei a ouvir que o hospital não queria me atender porque o procedimento que fizeram no outro hospital não foi correto devido meu estado depois de muita procedimento mi colocaram para dentro do hospital , chegando lá o medico pedi-o para tira os adornes ( objetos pessoais ) vi pelo olha do medico que meu caso era muito grave , mi levaram para uma sala de cirurgia chegando lá já não vi mais nada porque tive uma parada cárdica tiveram de entra com uma liminar , porque não tinha utei disponível no hospital , acordei na utei do hospital Unimed intubada foi o mais difícil par min porque não conseguia fala , no outro dia me falaram que eu tive 2 parada cárdica foi quando chorei muito porque os médicos não falava o que estava acontecendo comigo fiquei 1 dia na incubadora retornei para o hospital socorro , sentia muita dor porque estava com fratura exposta na perna esquerda e com infecção , lá foi ratado que se tivesse como me transferir que eles me transferirem porque lá não tinha estrutura suficiente para meu caso o medico solicitou a transferência com urgência para o hospital João 23 em belo horizonte pelo meu estado não poderia vim de ambulância então conseguimos dinheiro emprestado e alugamos um táxi areio no qual sai de lá e cheguei aqui chegamos aqui no aeroporto 10;30 da noite no mesmo dia o medico que me olhou viu que eu estava coberta de lenções cheio de poeira com cascalho de asfalto a medica puxou o primeiro lençol mais não aquentei de tanta dor ai ela me deu um remédio ai ela tirou a sujeira do meu corpo limpou minha perna assim me deixou em cima de uma marca ai meus familiares tiveram que sai ai começou meu sofrimento fui tira raio x do meu corpo só que na sala do raio x só tinha um medico sendo que eu estava cheia de dor e com a bacia quebrada sentido muita dor tiver que ajuda o medico a me senta pra tira o raio x quando foi 00;30 entrei na sala de cirurgia o medico pedi-o que eu senta-se para ele mi aplicar a neste sia só que não podia devidos a dores e fraturas só que ele foi muito ignorante e me sentou obrigada eles começa conversa e o medico falando com a enfermeira e o medico falou olha o que me manda ,comecei a passa mal de tanto ouvir coisas ruim eu estava com falta de ar quase sem consegui respira ai veio o medico sentou do meu lado e começou a conversas comigo ai falei o que estava acontecendo eu ouvia muito barulho e não sabia o que estava acontecendo neste dia eles estava limpando minha perna colocou fixado na minha perna esquerda foi realizado de extensa área neocrítica em face antero - medial de coxa e além da fixação de fratura de fíbula com fio e fixação externa na perna foi muito dolorido sendo assim depois de tudo isto já estava mais calma através do medico que ia conversas todo dia comigo esta cirurgia durou 6 horas 07;00 horas voltei pra sala de cirurgia para que eles pudesse colocar fixado no braço esquerdo ele falou que eu tinha que ser forte me colocaram uma bolsa de sangue porque estava com taxa muito alterada de anemia fui para a sala de cirurgia ao acaba mi levaram para um quarto onde tinha varias pessoa com dores gritando chorando fiquei chocada nunca tinha passado por isso depois de muito procedimento fiquei internada 15 dias no João 23 depois disto depois me transfiram para hospital Maria Amélia lis lá começou a trajetória de assistência social junto com psicóloga eles queriam que eu intende-se que minha perna não tinha mais jeito , mais eu não aceitava a amputação eu achei que teria como salva a perna , eles me falaram que não era possívelica com a perna meu joelho quebrou nótula tíbia a metade ficou no acidente e a outra necrosou meu pé já tinha perdido o movimento ai eu percebi que diante de tudo que estava passando deveria amputar para volta a ter convive com minha familiar , só de curativo era 2 horas levantando e abaixando perna fiz a amputação dia 23/09 com a equipe da plástica então achei que era o fim com 15 dias da amputação tive que fazer uma cirurgia no braço esquerdo tive fratura exposta no antis-braço tive que fazer cirurgia no ficado so que no momento da cirurgia tinha colado o braço erado tiraram raio x no momento foi dolorido e a nestes sia não foi suficiente eles tiveram que quebra meu braço sentir muita dor isso foi a cirurgia do cotovelo foi muito dolorido porque achei que já tinha passado por tudo ai retiraram o fixado fizeram a cirurgia ai fiquei muito traumatizada eu falava que estava sentido dor e os médicos não dava ideia conversaram com minha mãe disse que eu estava nervosas e que minha perna podia infeccionar tiver de aceitar fazer a cirurgia do anti- braço depois disse me deram alta dia 17/10/2009 tive alta comecei a fazer cirurgia comecei a toca minha vida levou 1 ano e alguns meses de fisioterapia fiquei na cadeira de rodas 8 meses ate que consegui uma próteses do sus neste intervalo fiz cirurgia pra tira o pino do braço fiz cirurgia para ver se conseguia os movimentos da mão mais não ganhei dia 05/10/2015 tiver que fazer cirurgia porque a próteses do sus não era adaptada para o meu tipo de coto como a próteses não era adaptada para espicula oses e como minha perna tinha enxerto´pegava na próteses e feria minha perna dia 23/10/2015 retiro a porte enxertava agora me encontro em casa tem 5 meses que fiz cirurgia estou andado de moleta com muita dificuldade pois perdi 90% do movimento do braço só tenho o jogo de pisca da mão esquerda voltei a fazer fisioterapia para fortalecer o coto peso a ajuda para consegui uma próteses nova para ter convivência com as pessoas.

Historia De Bruna Karoline

Em janeiro de 2009, com apenas 12 anos de idade, descobri um câncer no meu joelho um "Osteossarcoma " que atinge o osso. Passei por várias seções de quimioterapia. Dia 4 de junho foi meu aniversário de 13 anos, e com esse dia, veio umas das notícias que eu mais temia, que eu iria ter que amputar a minha perna, imagina tudo aquilo para uma criança de apenas 13 anos, mas com a ajudar de Deus e ajuda da minha família principalmente minha Mãe, me recuperei logo, no dia 26 de junho de 2009 fiz a cirurgia . a recuperação foi um pouco dolorosa ,tanto fisicamente como espiritualmente. Mas superei os anos foram passando, e aqui estou eu com 19 anos (quase 20) kkkk terminei meu ensino médio, to fazendo faculdade de nutrição e sou casada(muito bem casada ).muitos chegam para mim e falam assim: -nossa admiro muito você, pois você tem força de vontade ,não fica em casa esperando as coisas caírem do céu, Você vai atrás dos seus sonhos ,vem pra faculdade sobe esses monte de escadas pra realizar seu sonho). Como tão vendo a foto uso uma prótese ortopédica, saio para todos os lugares ,voo ao clube ,shopping ,em festas e ainda danço kkkkkk do meu jeito ne kkkk, uso meus shortinhos kkk não tenho vergonha ,e tudo que faço meu marido me apoia ,ele é um Super homem .mas em fim o que eu quero passar aqui é que a gente tem que se amar do jeitinho que a gente é ,eu me amo do jeitinho que eu sou mesmo faltando uma parte minha ,mas me amo do mesmo jeito. 




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