Valtevir Tonelli

23 de março de 2006.
Exatamente a 8 anos e 5 meses atrás minha vida muda completamente, sei que muitos ja leram um resumo da minha história, mas dessa vez vou tentar colocar realmente tudo que me aconteceu.
Começa assim: Era para ser um dia normal, levantei as 6 horas da manha com de costume, tomei um banho, fui trabalhar, nesse dia como o serviço ja tinha acabado na fabrica trabalhei até as 11:30, vim para casa, almocei e fui dormir um pouco, acordei era umas 15:00 tomei um banho me arrumei e fui dar uma volta de moto, mau sabia que essa era a última, pois bem, aproveitando essa volta fui na casa de um amigo, ficamos assistindo filme ate as 17:00, quando chegou esse horário resolvi ir embora, a partir desse momento ja nao consigo me recordar do que realmente aconteceu, o que sei foi dito pelas pessoas, por relatos fui até a fabrica que trabalhava, fiquei conversando com amigos e acabaram me pedindo para ir ver se o caminhao da lavanderia estava em outra fabrica, como eu ja estava em cima da moto, liguei e fui, nesse trajeto acabou acontecendo o acidente, pelo que contaram a outra moto me fechou, dizem que tentei desviar mas nao consegui, o pneu tocou na outra moto e perdi o controle e fui colidir na esquina, aonde com a força da batida me jogou de costas em um pequeno muro, as enfermeiras ouvindo o barulho sairam de dentro do hospital foram ver o que tinha acontecido, o outro rapaz disse que estava bem, entao elas foram me socorrer, eu estava desacordado, me levaram para dentro do hospital, me reanimaram. medicaram e me transferiram para outra cidade, muitos acreditavam que nao voltaria vivo.
Acabei ficando internado na Uti desde a quinta a tarde ate na terça-feira, fui transferido de hospital e na quarta de manha foi feita a cirurgia que demorou algumas horas, acabei quebrando um vertebra que fez a lesao na medula e foram trincadas mais duas, mais a cravicola e o pulso, fui levado para a enfermaria, esses dias todos passados para mim nunca existiram, foi como se estivesse dormindo todo esse tempo.
Quando acordei depois do efeito da anestesia, olhei para os lados, nao reconheci a onde estava, olhei para cima tinha 2 litros de soro que vinha até meu braço esquerdo, tentei mexer o braço e ja nao tinha forças, entao tentei mexer as pernas, nao aconteceu nada, com a mao direita tomei nelas e senti que estavam bem geladas, a partir desse momento ja nao recordo o que aconteceu depois, mais os relatos das enfermeiras é que entrei em desespero e acabei sendo sedado, a noite nesse mesmo dia o médico que me operou foi conversar comigo.... bláblá... me explicou o que tinha ocorrido, que estava Paraplégico, mais nao disse que nao teria reversao, pelo ao contrario, me deu esperanças que poderia voltar a andar, na quinta-feira a noite como minha cama era perto da janela veio um temporal e me molhou todo, sem me mexer nao podia fazer nada, 2 horas depois as enfermeiras vieram me arrumar, já logo nos primeiros dias ja começaram a aparecer os outros problemas, apareceram se as febres por infecçao de bexiga, acabei ficando internado até o domingo, ao meio dia recebi minha alta, sem saber que iria começar realmente os problemas.
Quando cheguei em casa recebi muitas visitas e muito apoio, agradeço a cada uma dessas pessoas que foram essenciais naquele momento, uma dessas visitas foi o causador do acidente, explicou que estava errado, pediu desculpas, desculpei, também nunca mais voltou, mais essa ja é uma outra historia.
Voltando ao assunto: Um dos problemas que eu e minha familia descobriu era a Escara (ferida) que ja estava em um estagio avançado de decomposiçao, na verdade ja cheirava mau e que o hospital que estava internado nao fizeram nada e nem informaram, começou uma batalha para remover toda carne morta nessa Escara, comecei a tomar remedio para ajudar, mas todas as tentativas foram em vao, a soluçao foi uma cirurgia um bom tempo depois. Entre esse tempo começaram se a fisioterapia para ajudar a devolver o movimento do braço esquerdo e do pescoço que nao virava para nem um dos lados. Nesse começo uma noite em desespero acabei tentando tirar a minha propia vida, mais minha mulher graças a Deus acordou e evitou que eu terminasse o que estava tentando. O tempo foi se passando sempre com as infecçoes de bexiga, sempre tomando muitos remedios, depois de 1 ano e 8 meses tive que fazer a cirurgia para fechar a Escara (ferida), foi uma cirurgia tranquila mais de dificil situaçao, pois tive que ficar mais de 38 horas em uma só posiçao, depois que recebi alta, ja em casa por ter que ficar muito tempo de cada lado acabaram se abrindo outras duas, uma em cada coxa dos lados, nessas feridas usei um curativo que acabou ajudando a fechar sem problemas.
Esses 3 primeiros anos foram os piores, quantas noites em claro, quantas vezes tinha vontade de sair a noite e por motivos que não vem o caso Chovara, principalmente no fim de Ano que tinha boas lembranças de quando Andava. Choro que muitas vezes ninguem via e presenciava, porque tinha que mostrar forças, mesmo as vezes não tendo.
Nesse tempo todo sempre tiveram varias criticas, que era muito fraco, que nao andava por falta de esforço e por falta de vontade.
A cada dia que se passava as expectativas iam se aumentando, por muitas pessoas dizerem que se fosse fazer Reabilitação teria grandes chances de voltar a Andar, na verdade isso só era um sonho impossivel.
O tempo foi passando e até que chegou o dia de ir fazer Reabilitaçao no Sara em Belo Horizonte(MG). Saimos da cidade que moro as 03:00 da manha de sabado, fomos chegar em BH as 17:00 de domingo, fomos para um hotel, na segunda de manha fomos para o Sara, foi feito uma consulta, me deram banho e me mandaram para dentro do Hospital, logo nesse primeiro dia conversando com uma das Fisioterapeutas, perguntei quais eram minhas chances de voltar a andar, ela disse:
Nem uma, seu caso é considerado uma Lesão completa.
Bom, o jeito foi juntar forças para iniciar e aprender o que necessitava e conseguisse, os primeiros dias foram um pouco complicado mais deu para suportar, fazendo exames foi descoberto uma pedra no Rin esquerdo, era grande e já tinha descido no canal e estava trancando, teve que fazer um procedimento cirurgico e colocar um Cateter, para depois quebrar essa pedra a laser.
Os dias foram se passando e acabaram acontecendo duas coisas que e fizeram pedir alta antes do dia previsto, ai começaram outros boatos que estava revoltado e por isso desisti, isso jamais aconteceu!!!
Depoiis que voltei de lá estava animado, mais infelizmente nao durou muito, fazendo alguns exercicios acabei quebrando minha perna direita(femur)... mais uma vez fiz uma cirurgia, ganhei 12 parafusos para segurar, mais ta bom, dos males o menor.... rsrrsrsrsrsrsrsss...
O tempo foi se passando, quebrei a pedra, minha perna sarou, ai resolvi a viver um pouco, tirei a carteira de motorista e comecei a dirigir, no começo as pessoas eram contras, diziam que aonde já se viu uma pessoa nestas condições dirigir, que ja tinha acidentado uma vez e que na próxima iria se matar... Pena que nao disseram para mim... heheheee...
Com tudo isso ainda tinha que abrir mais uma Escara(ferida), essa ja esta fechando.
Com tudo isso que me aconteceu hoje vejo de uma outra forma, é triste lembrar de tudo que aconteceu, mais ao mesmo tempo Feliz por estar vivo e poder compartilhar essa experiencia que não é facil mais não é impossivel, por isso valorize a vida que tem, obstaculos todos temos, só depende o jeito que se enxergar e a força e determinação para encarar, lembre-se o que deve ser celebrado é a Vida. Dois sentimentos diferentes nesse dia.
Nesse tempo todo tiveram algumas coisas positivas que mostra que nem tudo esta perdido, que pessoas Especiais existem em nossas vidas, a essas pessoas muito Obrigado.

Obs: Desculpas alguns erros de Português... hihihiii 

10 Coisa

1) Cadeirantes fazem sexo – Sim meus caros leitores. Eu também tinha esse tipo de dúvida. O que a falta de informação não nos faz imaginar, não é mesmo? Pois bem, descobri que cadeirantes transam, sentem tesão e gostam de sexo como qualquer pessoa.
2) Cadeirantes dirigem – Nada que a tecnologia não resolva. Carros são máquinas e máquinas podem ser modificadas e adaptadas. Quem dirige com os pés também pode dirigir com as mãos. E é assim que a coisa funciona.
3) Banheiros reservados só devem ser usados por pessoas sem deficiência em casos de muita urgência – Pois é, galerinha, eu era do tipo que adorava usar um banheiro reservado para pessoas com deficiência. Tão grande, tão espaçoso, dá até pra dançar lá dentro! (Sim, eu já fiz isso :P). Mas não foi difícil entender que devemos respeitar a finalidade das cabines maiores e deixá-las livres e limpas para aqueles que mesmo querendo, não conseguem entrar numa cabine menor.
4) Pessoas com deficiência podem ser bastante independentes – Quando conheci o Dado, ele morava com os pais. Meu primeiro pensamento foi: “bom, ele deve precisar de ajuda no dia-a-dia e por isso ainda mora com eles.” Claro que não. As pessoas com deficiência são muito mais independentes do que imaginamos, mais até do que muito “andante” que conhecemos. Não demorou pra sacar que ele só não tinha saído da casa dos pais ainda, por falta de oportunidade.
5) Vagas reservadas são reservadas. Mas não pra mim – Não me lembro de ter estacionado em alguma vaga reservada antes de conhecer o Dado, mas também nunca tinha parado pra pensar que o tamanho e a localização dessas vagas tinha uma razão de ser. Precisam ser largas, pra pessoa conseguir sair do carro com a cadeira de rodas e geralmente estão mais próximas da entrada do estabelecimento, pra que a pessoa não tenha que andar muito. Afinal andar de cadeira de rodas ou mesmo muletas cansa pra caramba. Já experimentou?
6) Pessoas com deficiência usam os mesmos móveis que todo mundo – Sim, caros leitores, cadeirantes costumam passar da cadeira pro sofá, pra cama, pra poltrona. Não é porque eles estão sempre sentados, que não tem vontade de trocar de lugar vez em quando, né?
7) Um cadeirante pode dizer: “Vou andar na praia” – Lembro-me bem da minha reação a primeira vez que escutei o Dado falando: “Vou andar na praia mais tarde”. Achei esquisitíssimo um cadeirante dizer que ia andar. Eu mesma evitava usar essa palavra perto do Dado, como se fosse uma ofensa ou um soco no seu estômago. Bobagem, bobagem! “Andar na praia” é só uma expressão, assim como “Vou dar uma corrida até a padaria” ou “vou a pé para o trabalho”. Não é só porque a pessoa não anda de verdade que precisa começar a usar outras palavras, pra falar sobre ações do nosso cotidiano.
8) Um ou dois degraus podem ser um grande obstáculo – No início do nosso namoro, eu achava uma besteira o Dado não querer ir a algum lugar que tivesse escada. Na minha cabeça era simples: bastava pedir ajuda a algum galalau forte. Com o tempo entendi que pode ser bastante chato, constrangedor e até mesmo perigoso ficar subindo e descendo escada no colo dos outros. Sem falar que é um direito das pessoas com deficiência terem acesso aos lugares. Parei de pensar assim e hoje sou partidária de freqüentar locais acessíveis.
9) Adaptar um banheiro ou mesmo um apartamento é mais simples e mais barato do que parece – É lógico que espaço se faz necessário. Cadeiras de rodas costumam ser um pouco mais largas que uma pessoa e também dificultam algumas manobras. Mas tendo-se o espaço necessário, alargar portas e colocar algumas barras já é o suficiente para se adaptar um lugar. Volta e meia me perguntam quais as adaptações que fizemos no nosso apartamento e explico que foram poucas. Alargamos algumas portas e baixamos cerca de 5 cm a altura de pias e bancadas. Deixar as pias vazadas, sem armários embaixo também ajuda um bocado. O resto fica por conta da altura onde guardamos as coisas nos armários.
10) E por último e talvez mais importante, cadeirantes trabalham, tem vida social, namoram, casam e tem filhos. Ou seja, são pessoas como outras quaisquer, com os mesmo direitos de deveres. O que faz das pessoas com deficiência diferentes, é o olhar da sociedade sobre elas. E é isso que precisamos mudar.

Historia do Junior Gomes

Meu nome é Junior tenho 22 anos sou natural e residente na cidade de Dom Feliciano interior do Rio Grande do Sul cidade que fica mais ou menos 200 km de porto alegre ao sul do estado
Sempre fui e sou sonhador isso me motiva e me mantem vivo sou apaixonado por tudo que tem motor aprendi a dirigir com 9 anos de idade não tenho como negar que a velocidade e a adrenalina mexia e mexe comigo até os dias de hoje.

No dia 16 de abril de 2008 as 16:00 horas da tarde sofri um grave acidente de moto quando vim a colidir frontalmente com um automóvel, Quando me deslocava da casa da minha vo pra minha casa, bati a 110 km/h na época eu tinha 14 anos de idade estava no lugar errado na hora errada. No acidente vim a fraturar a cervical quebrei as vértebras C4, C5, C6 e C7 com diagnóstico de tetraplegia, quebrei o lado esquerdo todo. Clavícula, braço, punho, bacia, e a perna esquerda do joelho pra baixo esfaixou o osso, acabei perdendo o calcanhar e o tendão na hora e tendo uma fratura exposta. 

Do lado direito quebrei o dedo mingo da mão, esmaguei o pulmão e trinquei o pé. Como bati a 500 metros da casa dos meus avós minha família e meus amigos chegaram logo em seguida e minha remoção foi horrível a ambulância não chegava pra prestar os primeiros socorros e eu no chão caído de bruço cheio de fraturas perdendo sangue dai meu vô chegou e eu pedi que ele não deixasse eu morrer ali, eles se assustaram com a gravidade do acidente porque eu colocava sangue de um lado da cabeça e como eu estava de bruço eles não conseguiam ver de onde era o sangramento achavam que era do meu ouvido mas na verdade era de um corte atrás da orelha dai meu vo e meus amigos me juntaram me colocaram dentro do carro e me levaram para a emergência da minha cidade onde fizeram o primeiro atendimento, me imobilizaram e me colocaram dentro de uma ambulância que eu não cabia pois a maca era de outra me transferiram para o hospital de Camaquã, cidade vizinha a minha no trajeto cheio de curvas cada vez que o motorista freiava a maca corria pra frente e eu batia com a cabeça estando com a cervical destruída chegando la fizeram os primeiros exames e constataram as fraturas e um traumatismo craniano e me fizeram um litro de sangue por que já tinha perdido muito, queriam me operar ali mas como eu não iria resistir a anestesia então meus pais não deixaram me operar e solicitaram minha transferência para porto alegre. Fui transferido para o hospital da PUC RS, chegando la 1:00 h da manhã do dia 17, mais exames onde constataram além das fraturas e do traumatismo craniano que a temperatura do meu corpo era 30 e a minha pressão era 4/3 me entubaram e me encaminharam direto pra UTI ou seja estava morrendo me deram 72 hs de vida. Eu resisti as 72 hs que tinham me dado, então operaram minha clavícula, meu pé e reconstituíram minha canela colocando aquelas astes por fora e me fizeram uma traqueostomia e colocaram um dreno no pulmão e fiquei em coma induzido por 8 dias, quando acordei não lembrava onde estava nem o que tinha acontecido então foi vindo a realidade sempre pedi pra que minha mae não me escondesse nada e assim ela fez eu tinha sofrido um acidente meu estado era grave e não andaria mais pelo menos no momento o mundo foi desabando não foi fácil nem sei onde encontrei forças pra sair vivo daquela UTI, eu estava nos aparelhos usando oxigênio e respirador no 15 dia foram tirar o respirador e oxigênio de mim e foram me aspirar que é a limpeza da traquio eu pedindo pra parar porque estava me sentindo mal faltando ar a técnica pouco inexperiente não ligou até que acabou me dando uma parada cardiorrespiratória pra minha sorte a medica estava na cama do lado fui reanimado com massagem e com o bulbo e voltei, me colocaram no respirador novamente por mais dois dias depois disso foram tirando novamente aos poucos ate eu consegui sair dos aparelhos novamente, ai que veio noticia minha traqueia machucou com o tudo e acabou fechando formando uma estenose como estava debilitado e com escaras optaram por ver a evolução do quadro e decidiram me mandar pro quarto com a traquio. Além dos aparelhos usei sonda pra me alimentar enquanto estava em coma, poucos acreditavam que eu sairia com vida daquele lugar a não ser minha mão que aguentou do meu lado desde minutos após o ocorrido ate me trazer com vida pra casa. Acabaram relaxando com minha perna não faziam curativos todos os dias e a infecção foi subindo como era fratura exposta acabou contraindo uma infecção ao qual eu era o segundo caso com a mesma infecção em toda historia do hospital e o primeiro caso não resistiu e acabou falecendo o nome da bactéria era PROVIDENCIA, então minha perna acabou apodrecendo aos poucos, foram fazendo limpezas chamadas debridamento ao qual me levavam para o bloco cirúrgico e faziam anestesia para fazer a limpeza do osso em um desses procedimentos consegui olhar a minha perna pois me faziam anestesia mas não fazia mais efeito quando olhei pro osso fui me preparando psicologicamente pois o osso estava podre. Chegando de volta na UTI disse mae vao ter que amputar a minha perna esta podre e ela logo disse meu filho não se preocupa o medico disse que a infecção esta controlada e eu logo respondi mas mae o osso esta preto podre e descordando dela logo fiquei quieto. No 21 dia de UTI devido a melhora no quadro clinico decidiram me mandar pro quarto então a noticia que eu estava com um infecção gravíssima continuei fazendo as limpezas por uma semana no 25 dia decidiram retirar as astes e no 26 a noticia infectologista veio ao quarto e me disse Junior não tem mais o que a gente faça a infecção esta em um grau muito elevado vamos ter que amputar ou a perna ou tua vida o mundo desabou na minha cabeça mais uma vez. Mesmo assim achei palavras pra dizer a perna, então 20h me levaram para o bloco cirúrgico pra amputar abaixo do joelho fiz a cirurgia e acordei no elevador subindo pro quarto ate então eles não sabiam mais a que altura estava a infecção optaram por amputar acima do joelho e não garantiam que não estava no sangue porque se estivesse eu já era infecção generalizada é morte!

Graças a Deus Após essa etapa fui só evoluindo e melhorando no 59 dia decidiram me mandar pra casa com a traqueostomia. Como eu estava com duas escaras e muito debilitado com baixa imunidade decidiram me mandar pra casa ate eu me recuperar e ganhar a massa muscular e o peso que eu tinha perdido. Então sai do hospital ficamos em porto alegre por mais uma semana fazendo fisioterapia lá após isso vim pra casa e começamos a correr atrás dos prejuízos objetivo voltar andar logo ate então não sabíamos que uma lesão medular era tao grave assim, comecei fisioterapia todos os dias da semana andava 100 km pra ir e voltar a camaqua onde era a clinica de fisioterapia caminho de muito buraco chorava ida e volta de dor aguentei 15 dias ate decidirmos diminuir pra 3 vezes por semana rotina de adaptação em casa foi difícil fralda pra coco não controlava o xixi mexia so os olhos não conseguia comer sozinho não parava e não aguentava muito tempo sentado não conseguia tocar a cadeira não falava por causa da traquio so minha mae me intendia dificuldade pra tomar banho estado quase vegetativo 1 ano encima da cama as evoluções não aconteciam as esperanças iam se indo e o mundo ia desabando na minha cabeça aprender lidar com preconceito meus amigos tocando a vida eu dependendo pra tudo perdi minha privacidade não foi nada fácil mas minha família minhas irmãs e meus amigos não desistiram de mim e foram segurando os esteios da minha vida pra eu continuar tirando forcas pra viver . 1 ano depois as escaras fecharam internei pra operar a traqueia a qual tirei 5 cm pra voltar a falar medico foi franco ou volta a falar ou não volta nunca mais graças a deus nunca engasguei nem deixei de falar sem voz mais falava então logo depois da operação tiraram o tubo quando acordei e já segui falando novamente fiz a cirurgia e fiquei por 15 dias na sala de recuperação muita adrenalina me fizeram pra respirar normalmente pois tinha muita falta de ar no começo. Foram 3 anos de fisioterapia e hidroterapia direto na minha cidade vizinha na qual eu fazia as fisios. Encaixei na AACD foram mais acompanhamentos do quadro e fisioterapia por mais 10 meses 3 vezes na semana na qual fazia 400 km pra ir e voltar a porto alegre então voltei estudar acabei o ensino fundamental comecei e acabei o médio comecei a fazer faculdade de administração de empresas na qual fiz 3 semestres e tranquei tem um ano quero voltar agora em julho se Deus quiser, fui aprendendo a viver novamente e tocando o barco da vida.
Nesse tempo meu primo foi assaltado e acabou tomando um tiro na medula lesão toraxica T6 ou seja somos dois com lesão medular na família acabou indo pro hospital sarah kubtschek de belo horizonte votando de la e me incentivou a ir disse que me faria bem como realmente está fazendo fiz o cadastro e em 3 meses me chamaram em janeiro de 2012 fui pro hospital Sarah Kubtschek de Brasilia cidade na qual me apaixonei por ela pelo clima e fiz grandes amigos foram 45 dias de reabilitação na primeira internação exames fisio esportes aulas e um grande aprendizado de vida com o tempo se passando voltei a ter movimentos quase totais e sentir meu corpo porem minha força e muita pouca em julho de 2012 tornei a internar para fazer uma prótese para treinar ficar de pe foram mais 25 dias internado depois continuei indo uma vez por ano, nos anos seguintes foram só exames e acompanhamento medico minha ultima consulta foi em fevereiro de 2016 a qual internei pela terceira vez por 15 dias exames adaptação na cadeira mais aulas e mais um grande aprendizado de vida, grandes amigos que conquistei ao longo desse tempo que dinheiro nenhum compra. Em Outubro de 2013 comecei a trabalhar na prefeitura da minha cidade como estagiário da secretaria de Desenvolvimento Rural do município foram 1 ano e meio de muito aprendizado na minha vida aprendizado no qual me fez ver e me surpreender comigo mesmo fez eu ver que independente de eu estar em uma cadeira de rodas me fez ver que o mundo não tinha acabado e que eu era capaz, como tranquei minha faculdade meu estagio acabou então fui cargo de confiança do atual governo e continuei trabalhando na mesma secretaria agora como responsável pela parte administrativa por quase um ano quando aconteceu uma grande conquista na minha vida saiu um concurso em novembro me escrevi para as vagas pcd e acabei passando pra agente financeiro continuei trabalhando na Secretaria de Desenvolvimento Rural exercendo as mesmas funções mas tranquilo pela estabilidade que o concurso nos propõem, nunca fui encostado nem aposentado porque quando me acidentei nunca tinha contribuído com inss e a renda familiar não permitia e também porque sempre quis trabalhar, independente e adquir minhas coisas com meu suor. Acordo 6h da manha de segunda a sexta e so venho em casa pra durmir tudo isso me fez bem mesmo sendo tetra fez eu conquistar uma independência grande, hoje funcionário publico concursado e pre candidato a vereador da minha cidade.
Agradeço a todos que sempre me , minha família, meus amigos e colegas meu muito obrigado por sempre estarem me incentivando e me apoiando a nunca deixar eu desistir.
Independete das dificuldades do nosso dia a dia vida que segue, independente de estar em uma cadeira de rodas podemos e somos capazes de ser felizes basta querermos e nos dispor a correr atrás dos ocorridos e do tempo que perdemos.

JAMAIS VOU FRACASSAR NA MISSÃO DE SER FELIZ!

Meu nome é André de Lucca Venturini, nascido dia 22/05/1992. Tenho atualmente 24 anos. Sou portador de uma doença neuromuscular e degenerativa chamada Ataxia de Friedreich. Graças a Deus é uma enfermidade genética recessiva, sendo improvável eu passá-la para os meus filhos e netos.

Quando criança, até os 11 anos, jogava bola muito bem. Eu sabia driblar e chutar com as duas pernas. Com aproximadamente 12 anos, meus pais e alguns parentes começaram a perceber que eu estava com um certo desequilíbrio principalmente ao dominar a bola. Meus pais me levaram ao nosso pediatra, que prontamente me disse que aquilo era normal, que ele mesmo era “estabanado” com a mesma idade. Mais aliviados, eu e meus pais seguimos com a vida. Se passaram 4 anos, minha família e eu gostávamos de viajar muito, mas dentro do Brasil sempre, principalmente para o Pantanal- MS.

Eu mudei de um colégio francês (Colégio Rousseau, onde eu era um dos melhores estudantes) para começar o colegial em um colégio em Moema (CONSA), e ocorreu um verdadeiro alvoroço na minha vida, e principalmente na vida da minha mãe. Descobri, por meio da curvatura da minha coluna (uma escoliose de 46 graus!) e um teste genético que realizei na USP, e descobri que tinha algo muito raro: uma doença neuromuscular genética, chamada Ataxia de Friedreich. E o pior, ela é degenerativa! Fui a vários médicos, poucos sabiam do que se tratava.

Muito abalado, mas sem desistir jamais dos meus estudos e de ser feliz, realizei, em 2007, com 15 anos, uma cirurgia nas costas, colocando placas e pinos de titanium pela minha coluna de cabo a rabo. A cirurgia foi um sucesso, revertendo todo o problema, me deixando com zero curvatura. Meus irmãos (tenho dois, um de 22 agora e outro de 19 anos) brincam comigo até hoje que quando eu morrer vão assaltar o caixão por causa do titanium, apoiados pelos meus amigos, e eu morro de rir.

A recuperação foi lenta e dolorosa. Me lembro até hoje da primeira vez que levantei. Foi a pior dor do mundo. E para tirar os pontos então? Eram grampos. Removi eles com grampeador. Horrível. Mas o pior foi saber que, como eu tinha algo degenerativo, ficar parado seria um problema. E foi isso que aconteceu, a doença ficou agressiva. Operei em dezembro, e no ano seguinte comecei o segundo ano do colegial. Nessa parte, até me formar na faculdade, minha história lembra um pouco a história de Stephen Hawking, mostrada no filme “A teoria de tudo”. Apesar de todas as dificuldades para me locomover, consegui me formar no colégio, sem pegar nenhuma DP em nenhuma matéria e entrei com 17 anos na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde cursei Administração, para seguir o legado do meu pai. Sou uma pessoa muito sociável, e agradeço aos muitos amigos que fiz lá e me ajudaram muito. Sem eles eu não estaria onde estou hoje.

Não tenho muita experiência profissional, pois sempre tive que conciliar os estudos com fisioterapias diárias, que fazia (e faço até hoje), para evitar a progressão da doença. Fazia fisioterapia na AACD, e aí que entra a mudança na vida da minha mãe. Ela decidiu ser voluntária lá, e simplesmente é apaixonada pelo que faz. Todo ano ela está participando da produção do Teleton, por exemplo. Em 2012, a doença foi piorando e comecei a utilizar cadeira de rodas para me locomover. Minha primeira namorada me ajudou muito nessa escolha, a tirar os preconceitos da cabeça, ganhar mais liberdade, sou muito grato por tudo que ela fez por mim. Me formei no fim de 2013 e ganhei muitos fãs (principalmente professores) ao longo do tempo. Minha colação de grau foi linda e inesquecível. De lá para cá fiz diversos cursos, como dois de Excel, na BM&F Bovespa, um de conversação avançada em inglês, fora o curso completo de inglês que completei aos 15 anos, antes de operar. Planejo ingressar em uma pós-graduação em finanças ano que vem.

Voltando para a parte “física”, meu mundo mudou quando conheci meu médico atual, Dr. Beny Schmidt. Eu nunca gostei de médicos, a maioria se acha, é arrogante e não dão nem o telefone pessoal para paciente. O meu médico compartilha do mesmo pensamento que eu, e me disse assim a primeira vez que o vi: “vou te acompanhar nas fisioterapias e vou te dar o meu telefone pessoal, se você estiver com uma unha encravada, me ligue”. Não é à toa que ele acaba de ganhar uma medalha Anchieta na Câmara de São Paulo.

Atualmente faço fisioterapia multidisciplinar com a equipe dele na Clínica de Reabilitação Neurológica RNA, além de exercícios caseiros. Exames mostram que a minha doença é estável, está adormecida e até regredindo lentamente. Estou agora só esperando um medicamento, ou terapia nova de células tronco talvez, já que a medicina evolui rapidamente. Eu sei que vou me curar.

Costumo sair bastante com meus irmãos e amigos queridos, de festas a jogos do Palmeiras, ganhando admiradores (e muitas admiradoras) em qualquer lugar que vou, pois, as pessoas me chamam de guerreiro e um ser iluminado por estar sempre sorrindo e de bem com a vida. Virei até modelo fotográfico.

Será que tudo isso era para acontecer? Só pelo simples fato de ver a mudança que provoquei na minha mãe, que encontrou sua paixão, já diria que valeu a pena.

Já passei por inúmeras dificuldades na minha vida, mas sempre batalhando e com um sorriso no rosto até o fim. Hoje em dia, posso dizer que sou um sujeito privilegiado e abençoado por Deus, pois tenho uma família maravilhosa, com dois irmãos sensacionais e de quase mesma idade que eu, amigos espetaculares que me ajudam quando preciso, intitulados de anjos da guarda na maioria dos lugares que vamos, e encaro de forma natural a doença, até consegui estacioná-la.

Quando aceitei pra valer as minhas limitações, e comecei a acreditar e a ter fé em mim, alcancei avanços significativos. Tenho convicção de que em breve serei curado, e, se não for pela evolução rápida da medicina, será uma auto-cura, porque acredito que tudo o que buscamos está dentro de cada um. Tenho, depois de muito suor e batalhas, uma qualidade de vida maravilhosa, com certas limitações é verdade, como o andar, mas sempre aproveitando a vida com meus irmãos e amigos incessantemente. Saio para festas, baladas e viagens incríveis, sem medo se ser feliz!

Pra quem adora reclamar da vida, o meu amigo fez diferente! Venceu e vence até hoje todos os obstáculos que apareceram e aparecem todo dia, com um detalhe que faz toda a diferença: nunca tirou o SORRISO do rosto! André, eu te admiro demais guerreiro, você é foda! Estou com saudades irmão… Abraços do seu parceiro Álvaro.
Enfim, sou um cara de bem com a vida, procuro a cada dia que passa evoluir mais como ser humano, busco a todo momento novas oportunidades para o meu desenvolvimento profissional ou social e tenho uma vontade imensa de ajudar e inspirar as pessoas.

É, Deus me escolheu, e não vou fracassar jamais na missão de ser feliz.

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A HISTORIA DO JUNOCA!!

MUITO PRAZER! SOU MAURICIO CAMPOS JÚNIOR
E MEU APELIDO CARINHOSO É JUNOCA!

Eu não nasci de parto normal.
Foi um parto de fórceps (parto que utiliza um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher, que se ajusta nos lados da cabeça do bebê para ajudar a retirá-lo do canal de parto, em casos de emergência ou sofrimento fetal). Ao que dizem, fiquei 15 minutos sem ar. Isso pode ter sido um dos possíveis motivos que ocasionou a paralisia cerebral que possuo.

Eu tenho duas irmãs. Uma por parte de mãe, a Thaia,
a outra, por parte de pai, a Thainara. Por incrível que pareça, as duas possuem deficiência física. A mente delas é de criança, mas elas são muito inteligentes, até demais!! Elas não moram atualmente comigo.

Eu nunca tive a oportunidade de estudar, mas a minha mãe me ensinou a ler. Aprendi a maioria das coisas através da televisão e do rádio. Por último, aprendi sozinho a escrever no computador. Escrevo com o pé direito utilizando um mouse adaptado. Gosto de navegar na internet. Eu mexo em tudo com o pé, sou capaz de fazer qualquer coisa com ele e para telefonar eu uso o nariz ou o queixo. Eu nem sei como é que eu consigo fazer tudo isso.

Quando eu era pequeno, estava ajoelhado perto da mesa de centro da sala e Pólo, o cachorro da minha tia, foi pegar o chocolate que estava sobre a mesa. Com isso, eu me assustei, abrindo o braços rapidamente, assustando então o cãozinho Pólo que me atacou mordendo o meu lábio e a cicatriz está aqui até hoje.

Já sofri dois acidentes de carro. Um deles eu estava com a minha mãe, por volta de 1980 e o outro quando estava com minha tia, em 1990. No primeiro, o carro capotou e eu quebrei a clavícula. No segundo, o carro da minha tia bateu em um poste, eu me choquei contra o pára-brisa e acabei cortando o rosto. Levei quase quatrocentos pontos. Tive também uma ruptura do canal salivar, mas essa, felizmente, cicatrizou. Em decorrência do segundo acidente, o meu olho não fecha direito, mesmo após ter sido submetido a algumas cirurgias plásticas.

Minha mãe morreu em 1989 em outro acidente de carro. Ela estava no carro com uma amiga, que não sofreu nada. Antes de falecer, minha mãe ficou 27 dias no hospital. Depois da morte da minha mãe, minha irmã Thaia foi morar com o pai dela em São João Del Rei, em Minas Gerais. Eu fui morar com minha tia materna, a Cíntia e nos finais de semana eu ficava com meus avós paternos, aos quais sempre fui apegado.

Eu era ATEU e queria sair de casa, queria ter um lugar só meu. Depois de morar com minha tia, fui morar na Quadra 116 sul, apenas com minha enfermeira Socorro, por cerca de sete anos. Eu fiz essa opção e não me arrependo, pois aprendi muito com essa experiência.

Eu tive muitos “amigos", alguns deles me levavam com freqüência a locais de prostituição, como o Conic. Eu achava que isso era felicidade, mas sempre me arrependia depois. Era como um ioiô, sempre caindo, pedindo perdão, caindo novamente e assim por diante. Hoje sei que é pecado e que não vale a pena, “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 6:23.

Eu já tive DEPRESSÃO porque gostei de alguém. Cheguei a tomar remédio controlado. Depois eu resolvi parar os remédios, só que a minha família achou melhor eu continuar com o tratamento. Graças a Deus, consegui melhorar sem a ajuda dos remédios.
Eu nunca havia escutado alguém falar sobre Deus e por isso não acreditava que Ele existia. Mas a Socorro pregava para mim, diariamente. A primeira vez que ela me levou a uma igreja, não gostei. Depois ela me levou na Assembleia de Deus da L2 Sul (Igreja de um Novo Dia). Ao ouvir a orquestra tocar, a música mexeu comigo e eu disse à Socorro que queria ficar.

COMO A LILI, MINHA QUERIDA AMIGA, APARECEU EM MINHA VIDA!

Infelizmente a Socorro precisou ir embora e então ficou difícil para ir à Igreja. No mesmo ano perdi a minha avó paterna, a Vovó Loló. Foi um ano bem difícil pra mim e por isso estava muito mal. Então um dia, a Lili me ligou. Eu a havia conhecido há 10 meses, no dia que eu recebi um convite para um café da manhã na igreja e fui sem conhecer ninguém. A única pessoa que falou comigo e pegou meu telefone foi a Lili, mas depois disso perdemos o contato. Foi Deus que fez ela me ligar. Ela e a sua mãe faziam questão de irem me buscar e me levar pra Igreja. A sua ajuda foi fundamental para mim pra que eu continuasse firme na fé. Sou muito grato por todo apoio e ajuda que a Lili e a sua mãe carinhosamente me deram. Espero que Deus as abençoe no seu casamento e por toda vida.

COMO EU CONHECI A DIOENE!

Foi no Congresso do Carnaval, promovido pela Assembléia de Deus no ano de 2005. Com o objetivo de conhecer outras pessoas durante o Congresso, o pastor sugeriu que colocássemos o nosso nome e telefone para entregar a outras pessoas e vice versa. No entanto, eu nunca mais vi a pessoa que recebeu o meu papel e a pessoa de quem eu recebi o papel, também não falei. No mesmo Congresso, depois do culto, eu precisava de alguém para me ajudar a comer, então a Dioene apareceu e eu pedi a sua ajuda. Tenho certeza que foi Deus que a colocou na minha vida. Apesar de não receber ajuda das pessoas as quais eu entreguei o papel e me esforcei para conhecer, Dioene chegou na hora certa, foi super solicita e amigável. Ela sempre ia me ajudar na igreja Assembleia de Deus, onde eu congregava . Agora ela é uma grande amiga. Quero deixar aqui registrada essa homenagem pra DIOENE e para nossa grande amizade. Espero que Deus a proteja e a recompense SEMPRE!

Hoje continuo firme e forte no Evangelho!

Em 18 de dezembro de 2004, eu fui batizado nas águas. Durante o meu primeiro ano na igreja, ninguém falava comigo porque achavam que eu não sabia falar. Por outro lado, eu não conhecia ninguém e tinha vergonha, por isso não me manifestava. A Lili nessa época também se afastou. Até que um dia a Tâmara sentou do meu lado e disse “oi” e eu respondi para ela “oi”. Ela ficou surpresa, pegou a minha cadeira, saiu andando comigo pela igreja e falando pras pessoas: “Gente, ele sabe falar!” Isso aconteceu no período da manhã no Congresso da Mocidade e quando foi a noite ela já me colocou no Coral da Mocidade. O Pastor Marco José falou sobre mim no Culto. Depois disso, todos sabiam da minha existência e falavam comigo. Eu sou muito grato a minha amiga TÂMARA, que durante muito tempo me ajudou a abrir a Bíblia para eu ler na igreja e é minha melhor amiga!

TGC – TARDE DA GRAÇA CRISTÃ

Eu tinha muita vontade de trabalhar na Igreja, mas ninguém me dava oportunidade. Mesmo assim, eu não desisti e continuei tentando, até que um dia conversei com o Magno que eu gostaria de trabalhar em qualquer coisa, pois eu não era um inútil. Assim que ele se tornou o Líder da TGC (Tarde da Graça Cristã), ele me convidou para trabalhar. Fiquei muito feliz e hoje dou testemunho da minha vida para as pessoas por todos os lugares. Sou muito grato ao Magno por ter acreditado em mim e ter realizado um dos meus sonhos.

PS: A TGC funciona da seguinte forma: Todo 2° SÁBADO de cada mês, eu viajo a uma cidade carente pra falar do Amor de Deus e dar o meu Testemunho de Vida.

Eu saí da TGC ( TARDE DA GRAÇA CRISTÃ ) no dia 8 de dezembro de 2012 - Eu fiquei por oito anos e oito meses na TGC, de 08/05/2004 Preto de copas (cartas) ATÉ 08/12/2012 Preto de copas (cartas)
Eu tenho muito orgulho de falar que durante esses anos eu NUNCA FALTEI a nenhuma TGC (TARDE DA GRAÇA CRISTÃ), nenhuma mesmo!!! SÓ DEUS FAZ ISSO, PORQUE EU NÃO TENHO CONDIÇÃO NENHUMA DE FAZER ISSO, SÓ DEUS MESMO! Eu gostei muito de fazer parte da TGC, foi uma bênção mesmo!!!

NO DIA 27 DE JANEIRO DE 2012, EU FUI ORDENANDO COMO MISSIONÁRIO JUNOCA NA IGREJA BATISTA CENTRAL DE BRASÍLIA (IBCB).
NO DIA 16 DE NOVEMBRO DE 2012 EU FUI ORDENADO A OBREIRO DOS ADOLAS.

Atualmente, vivo com minha tia Materna, a tia Cintia na vila planalto de Novo!!

no Dia 27 de Janeiro de 2016. O Meu Pai Maurício Morreu, Ele Tinha um Cancer na Cabeça! 

PASMEM! Eu já tive 4 Namoradas!
Duas delas eu conheci no Hospital Sarah Kubitschek.
A 1ª foi A Preto de copas (cartas)JAMILLAPreto de copas (cartas). O nosso namoro foi só VIRTUAL MESMO!

A 2ª foi A Preto de copas (cartas)MARINAPreto de copas (cartas). O nosso namoro foi MUITO REAL MESMO!!

A 3ª foi A Preto de copas (cartas)VALÉRIAPreto de copas (cartas). A gente se conheceu no Orkut. O nosso namoro foi MUITO REAL MESMO!!!

E a atual chama-se Preto de copas (cartas)ALLANAPreto de copas (cartas). A gente se conheceu no Facebook. No dia 29/O5/2015 quando eu escrevi um e-mail pro programa do Caio Fábio, na Vem e vê TV. o Caio leu o meu e-mail ao VIVO e aí ela viu. Ela então me mandou um convite de amizade no Facebook e eu a aceitei. Depois eu fui conversar com ela no Bate-papo e ela ficou caidinha por mim... e eu fiquei caidinho por ela. Após um mês de conversa, eu a pedi em namoro e ela disse SIM!!! E no Dia 24 de Outubro Nós Conhecemos Pessoalmente E Estamos Juntos ATÉ HOJE!!
PS: ALLANA: COMO EU TE AMO MUITO!!!!!Preto de copas (cartas)Preto de copas (cartas)Preto de copas (cartas)Preto de copas (cartas)Preto de copas (cartas)Preto de copas (cartas)Preto de copas (cartas)

EU NÃO GOSTO quando as pessoas me tratam com pena, como se eu fosse um coitadinho, bebê ou surdo. Eu sou uma pessoa normal que gosta de sair, ir ao cinema com os amigos, comer fora.
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-> EM 01/05/2016.
EU SAÍ DO MINISTÉRIO GERAÇÃO ETERNA!

FIZ PARTE DO MINISTÉRIO GERAÇÃO ETERNA
POR DOIS ANOS, ONDE FUI OBREIRO E 
PUDE EXPERIMENTAR DA AMIZADE 
DE TODOS DURANTE O TEMPO QUE ESTIVE LÁ,
POIS ME TRATARAM COMO UM VERDADEIRO
IRMÃO E AMIGO. AGRADEÇO AO MEU GRANDE
AMIGO, O PASTOR MARCO ANTONIO, 
MAIS CONHECIDO COMO CABEÇÃO 
E TAMBÉM A SUA LINDA FAMÍLIA, POR TODO
AMOR DEDICADO A MIM. QUE DEUS CONTINUE
ABENÇOANDO ESTE MINISTÉRIO,
EM NOME DE JESUS.
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DESDE DO DIA 02/05/2016.
EU ESTOU NO CAMINHO DA GRAÇA!
COM PASTOR CAIO FABIO!

-> Caminho da Graça Todos Domingos Ás 19:00
Endereço: Teatro Fundacão Universa 609 Norte L2.
DE FRENTE DO SUPERMERCADO BIG BOX!

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EU SOU MUITO FELIZ DO JEITO QUE EU SOU!!
O MEU SONHO É PREGAR A PALAVRA DE DEUS EM MINHA CADEIRA!!
ALÉM DISSO, TAMBÉM SONHO EM CASAR E TER UMA FAMÍLIA DE VERDADE!!
ESSA É UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA!
OBRIGADO MEU DEUS POR TUDO!
SE EU POSSO, VOCÊ TAMBÉM PODE COM DEUS, É CLARO!!
FIQUEM COM DEUS!
UM BEIJÃO!! 
A PAZ DO SENHOR!
DO SEU AMIGO e IRMÃO EM CRISTO!
JUNOCA!

Contato: mauriciocamposjunior@gmail.com


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